quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Poera

Poera, cê é poera.
Eu sô e o cê é.
Má sô poera mais forte.
E te capo rapá.
Esconde sua cara risonha.
Pensa que cê é poera.
Prepara teu chão.

No chão tua ceguera.
Que num vê o pé.
Escura, quase morte.
Zóio fechado de capa.
Vaziu, pança tristonha.
Sem nada! Tem o que tera.
Buscou só o pão.

Poera, cê é poera?
Cadê a tua fé?
Crescido no norte,
Ousa levá tapa?
Munheca medonha?
Se ergue catinguera.
É tua a imensidão.

Não sô poera!
Ocê que sai de ré.
Qué que corte?
Avoa pra lá carcará.
Minh'alma sonha.
Vô andá, subi ribancera.
Vivê no meu sertão.

Danilo Rodrigues (alter ego)

sábado, 7 de agosto de 2010

Agora vai!

Esta semana as aulas voltaram. Começaram a bater a corda. Ela está batendo pronta para que passemos. O objetivo é muito maior do que chegar ao outro lado, ao próximo semestre. Conquistaremos o objetivo maior!